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Como as marcas são vistas na web - Setembro 2009
"Redes Sociais podem ter mais influência que os sites corporativos nas decisões online de cartões de crédito. Essa é só uma das novidades do estudo e.life/Sinc/Proxxima "
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Acaba de sair do forno o primeiro estudo proprietário da Plataforma ProXXIma em parceria com a e.life e a Sinc. Para gerar conteúdo qualificado que possam ajudar os gestores de marcas a tomarem decisões mais assertivas nas suas ações digitais, a pesquisa foi buscar informações sobre a influência dos resultados de pesquisas nos mecanismos de busca na percepção que os internautas possuem das marcas. O levantamento levou em consideração as quatro marcas mais bem colocadas em dez setores da economia avaliados pelo prêmio Top of Mind 2008, realizado pela Folha de São Paulo.
O estudo investigou os sites de comércio eletrônico, de notícias, corporativos e de redes sociais que aparecem na primeira página de resultados dos buscadores Google e Yahoo!. Na contramão do que muitas marcas podem acreditar, a pesquisa mostra que, em algumas categorias, grande parte dos resultados de busca são redes sociais ou mídias geradas pelo consumidor. É o caso dos cartões de crédito. Enquanto que na pesquisa por marcas relacionadas à categoria mercado financeiro e seguros há um maior retorno de sites corporativos nos resultados de busca, principalmente os bancos, a busca por cartões de crédito resultam em um alto percentual de mídias geradas pelo consumidor. Entre as mídias geradas pelo consumidor que mais aparecem na primeira página de resultados estão blogs e fóruns especializados, o Wikipedia e sites de recomendação, como o site Reclame Aqui, especializado em reclamações sobre produtos e serviços.
MÍDIAS SOCIAIS - Novembro 2008
"A transparência das redes e do boca a boca"![]() |
O word of mouth é um fenômeno que se torna mais importante nas estratégias de Marketing pelo elevado grau de transparência que ganha com as mídias sociais. Com o advento das redes socias e da mídia gerada pelo internauta a comunicação boca-a-boca - até então um fenômeno importante, mais invisível e de difícil controle - se torna mais visível, pode influenciar um universo maior de pessoas e pode se tornar uma medida importante, tanto qualitativa como quantitativa do sucesso de um produto, serviço ou campanha. O word of mouth geralmente ocorre no pós-venda - quando o consumidor fala sobre sua experiência com o produto ou serviço - mas também precede compras futuras, quando consumidores buscam informações sobre produtos antes da realização da compra.
Este tipo de comunicação influencia a decisão de compra do consumidor com mais força do que as mídias tradicionais, os chamados canais de comunicação não-pessoais, principalmente em relação a produtos como carros e serviços, consultas médicas, restaurantes, agências e locais de viagem, reforma da casa, cinema, teatro e escola para filhos e parentes. (Ikeda, 1999). Em análises realizadas pela e.life em diversas categorias observa-se que automóveis e bancos têm um volume maior de boca-a-boca do que categorias de produtos como absorvente e adoçante. (Fonte: e.life Monitor).
Este pequeno guia se propõe a demonstrar as aplicações da monitoração e análise das mídias sociais para empresas e agências que queiram investir nesta área nos próximos meses.
EU QUERO COMPRAR - Novembro 2007
"Desejos e intenções de compra da blogosfera brasileira![]() |
A mídia gerada pelo consumidor permite a empresas de todos os tamanhos um acompanhamento da experiência de consumidores com produtos e serviços. Tradicionalmente o boca-a-boca é um comportamento do consumidor que se dá na fase de pós-compra – após o uso do produto ou serviço e também na interação com outros consumidores que buscam mais informações para compras futuras. Com o advento dos blogs, fotoblogs, fóruns e outros serviços de colaboração que agrupamos sobre o nome de mídia gerada pelo consumidor, estas interações se tornam visíveis. Os internautas exprimem em milhares destes espaços on-line o desejo de ter e de comprar. A monitoração e análise em tempo real destes desejos e intenções de compra se tornaram possíveis pela transparência dada aos sentimentos dos consumidores através da blogosfera.
O Estudo e.life EU QUERO COMPRAR tem como objetivo demonstrar como as empresas podem fazer a previsão de demandas ou apenas entender as necessidades dos consumidores a partir da análise periódica da mídia gerada pelo consumidor.
BLOGUEIROS E ORKUTIANOS - Julho 2007
"O perfil da blogosfera brasileira"![]() |
Nos idos de 2001 blogar começou a se tornar um verbo usado por uma parcela dos internautas, que passaram a publicar on-line, como um diário, suas experiências. Surgem nesta época os primeiros serviços como o Blogger.com, a primeira plataforma de diários eletrônicos que decolou mundo afora e que permitia a qualquer leigo em HTML ou gestão de conteúdo a publicação on-line imediata de textos, fotos e vídeos. Logo novos clones do serviço foram surgindo e pouco a pouco pessoas do mundo inteiro estavam adotando o novo passatempo de contar publicamente seu dia-a-dia, suas idéias, suas opiniões e tudo mais que lhe viesse à cabeça em algum das centenas de servidores de diários pessoais espalhados pelo planeta.
Foi o início de um movimento que pouco a pouco foi ganhando novas formas: sites especializados em publicações de fotos, sites para disponibilizar vídeos amadores, serviços que conectam pessoas que se conhecem e permitem novas conexões, fóruns sobre todo tipo de assunto onde qualquer um opina, responde ou discute, serviços de perguntas e respostas com boa parte do controle entregue aos usuários comuns.
Blogs, fotologs, videologs, redes sociais, são alguns dos novos rótulos criados para classificar estes novos formatos. Um aspecto porém é o denominador comum para todos: nestes sites praticamente toda a atividade existente é de responsabilidade da própria comunidade que usa o serviço. São eles que postam, que reclamam, que elogiam, que convidam novos participantes, que dão vida a estes lugares virtuais. E por isto, a este fenômeno que une tecnologia, redes e pessoas convencionou-se chamar de Mídia Gerada pelo Consumidor (MGC).
A primeira parte deste paper trata de quem faz este fenômeno e traz um estudo inédito do perfil das pessoas que participam deste movimento no Brasil. Foram analisados cerca de 5.000 perfis de blogueiros e orkutianos, recolhidos pela e.life entre 2005, 2006 e no primeiro semestre de 2007. De posse desses dados mapeamos o perfil demográfico destes novos formadores de opinião.









